Skaf quer ritmo privado na Educação Pública de São Paulo
Leandro Amaral
O candidato do PSB ao governo paulista, Paulo Skaf, garante que é possível imprimir nas escolas públicas do Estado a mesma eficiência da rede particular. Ao elencar a Educação como uma das principais plataformas de campanha, o socialista almeja introduzir no atual sistema educacional as mesmas revoluções que, segundo ele, foram adotadas no “sistema S” de São Paulo na sua gestão na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
“Eu vou implantar da mesma forma que fiz no SESI (Serviço Social da Indústria) ao longo de nove anos. Todos os anos, a partir do momento que eu assumir o governo, já entrará uma turma (integral). Nove anos depois, todos os anos do ensino fundamental estarão em período integral. Nesse período vamos revitalizar escolas e construir novas, além disso vamos no ensino médio, além do meio período normal, propor o curso técnico”, disse nesta quinta-feira (29/07) durante sabatina eleitoral promovida pela Rádio ABC em parceria com o jornal Repórter Diário.
Pedágios
O postulante ao Palácio dos Bandeirantes reforça artilharia contra o valor dos pedágios. Skaf ressalta que é preciso rever o sistema de cobrança, no qual se paga mais pela tarifas do que pelo combustível. O socialista destaca que é a favor da concessão das rodovias desde que o contrato não privilegie só a iniciativa privada.
Para diminuir os impactos dos pedágios no bolso dos motoristas, ele propõe uma compensação de até 50% no valor do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) .
“Os pedágios são uma verdadeira roubalheira. Nós vamos compensar até o limite de 50%. Por que a metade? Pois a outra parte é destinada a prefeitura. Eu como governador, abriria mão da parte arrecada pelo Estado”, idealiza Skaf.
Pesquisas e Duda Mendonça
Apontado pelas pesquisas eleitorais como quarto colocado na corrida sucessória paulista, Skaf reitera que representa a novidade na política do Estado e, por isso, tende a crescer a partir de agora pois, na visão dele, as pessoas não querem a polarização entre PT e PSDB.
“Há muitas décadas a situação aqui é polarizada em torno dos mesmos nomes. As pessoas estão cansadas também dos mesmos problemas. Com idéias novas, nós podemos resolver esses problemas”, sustenta.
O socialista acredita ainda que a campanha eleitoral tomará corpo a partir de agora com a intensificação dos debates e o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Skaf minimiza o fato de ter menos espaço partidário do que os principais concorrentes. Confiante no marqueteiro Duda Mendonça, o candidato ao governo destaca que a mensagem precisa ter qualidade e não, necessariamente, quantidade.
“Muitas vezes uma boa comunicação é feita em dois minutos. Isso é relativo. A campanha também tem outros momentos como entrevistas e sabatinas. A partir de agora as pessoas vão estar mais ligadas na eleição”, conclui.
Baseado em pesquisas com o eleitorado, Paulo Skaf afirma que cerca de 80% dos eleitores ainda não definiram em quem votar na disputa paulista.
“Eu vou implantar da mesma forma que fiz no SESI (Serviço Social da Indústria) ao longo de nove anos. Todos os anos, a partir do momento que eu assumir o governo, já entrará uma turma (integral). Nove anos depois, todos os anos do ensino fundamental estarão em período integral. Nesse período vamos revitalizar escolas e construir novas, além disso vamos no ensino médio, além do meio período normal, propor o curso técnico”, disse nesta quinta-feira (29/07) durante sabatina eleitoral promovida pela Rádio ABC em parceria com o jornal Repórter Diário.
Pedágios
O postulante ao Palácio dos Bandeirantes reforça artilharia contra o valor dos pedágios. Skaf ressalta que é preciso rever o sistema de cobrança, no qual se paga mais pela tarifas do que pelo combustível. O socialista destaca que é a favor da concessão das rodovias desde que o contrato não privilegie só a iniciativa privada.
Para diminuir os impactos dos pedágios no bolso dos motoristas, ele propõe uma compensação de até 50% no valor do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) .
“Os pedágios são uma verdadeira roubalheira. Nós vamos compensar até o limite de 50%. Por que a metade? Pois a outra parte é destinada a prefeitura. Eu como governador, abriria mão da parte arrecada pelo Estado”, idealiza Skaf.
Pesquisas e Duda Mendonça
Apontado pelas pesquisas eleitorais como quarto colocado na corrida sucessória paulista, Skaf reitera que representa a novidade na política do Estado e, por isso, tende a crescer a partir de agora pois, na visão dele, as pessoas não querem a polarização entre PT e PSDB.
“Há muitas décadas a situação aqui é polarizada em torno dos mesmos nomes. As pessoas estão cansadas também dos mesmos problemas. Com idéias novas, nós podemos resolver esses problemas”, sustenta.
O socialista acredita ainda que a campanha eleitoral tomará corpo a partir de agora com a intensificação dos debates e o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Skaf minimiza o fato de ter menos espaço partidário do que os principais concorrentes. Confiante no marqueteiro Duda Mendonça, o candidato ao governo destaca que a mensagem precisa ter qualidade e não, necessariamente, quantidade.
“Muitas vezes uma boa comunicação é feita em dois minutos. Isso é relativo. A campanha também tem outros momentos como entrevistas e sabatinas. A partir de agora as pessoas vão estar mais ligadas na eleição”, conclui.
Baseado em pesquisas com o eleitorado, Paulo Skaf afirma que cerca de 80% dos eleitores ainda não definiram em quem votar na disputa paulista.

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