Intolerância na Central de Atendimento do BB
São Paulo – A administração do Banco do Brasil na Central de Atendimento do Banco do Brasil no Complexo Verbo Divino tem ameaçado seus funcionários que, em caso de atrasos, serão dispensados do dia de trabalho ou receberão notificações – por escrito ou no sistema de Gestão de Desempenho Profissional (GDP). Essa foi a informação repassada por delegados sindicais que ouviram os trabalhadores da CABB.
O Sindicato entrou em contato com os gestores da central de atendimento e cobrou para que os funcionários sejam ouvidos. “São desnecessárias as notificações. Também não é admissível que o trabalhador seja mandado para casa por atrasos pontuais, pois em uma cidade como São Paulo, muitas vezes não há como prever o atraso”, explicou o diretor do Sindicato Ernesto Izumi.
O dirigente recebeu da administração da CABB garantia que a instrução normativa será observada. Ela prevê tolerância de até 30 minutos para os atrasos. O bancário do BB também pode negociar a readequação de seu turno de trabalho para zelar pelo cumprimento do horário. “O trabalhador, ao vender sua força de trabalho ao empregador, deve ser respeitado. Relações mais humanas são necessárias, principalmente nas centrais de atendimento onde o funcionário é tratado quase como máquina, tendo de responder a scripts eletrônicos, horários rígidos e atendimento intensivo aos clientes. Se a conveniência do horário não é só do funcionário, por outro lado os excessos do banco têm de ser coibidos.”
(Marcelo Santos - SEEB/SP)
O Sindicato entrou em contato com os gestores da central de atendimento e cobrou para que os funcionários sejam ouvidos. “São desnecessárias as notificações. Também não é admissível que o trabalhador seja mandado para casa por atrasos pontuais, pois em uma cidade como São Paulo, muitas vezes não há como prever o atraso”, explicou o diretor do Sindicato Ernesto Izumi.
O dirigente recebeu da administração da CABB garantia que a instrução normativa será observada. Ela prevê tolerância de até 30 minutos para os atrasos. O bancário do BB também pode negociar a readequação de seu turno de trabalho para zelar pelo cumprimento do horário. “O trabalhador, ao vender sua força de trabalho ao empregador, deve ser respeitado. Relações mais humanas são necessárias, principalmente nas centrais de atendimento onde o funcionário é tratado quase como máquina, tendo de responder a scripts eletrônicos, horários rígidos e atendimento intensivo aos clientes. Se a conveniência do horário não é só do funcionário, por outro lado os excessos do banco têm de ser coibidos.”
(Marcelo Santos - SEEB/SP)
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